Amplie sua conexão e saiba criar uma conta interativa
Universo sem fronteiras
Hoje, mais do que nunca, é extremamente importante a presença de toda a Igreja, incluindo religiosos e leigos, nas chamadas redes sociais colaborativas.
Saiba como funciona uma rede social colaborativa
Antes de continuar o nosso assunto principal, que é a presença da Igreja nestes meios, vamos ter um breve entendimento do que é uma rede social colaborativa.
Se o título fosse “Orkut e sua importância para a Igreja”, acredito que 80% dos leitores entenderiam e, ao mesmo tempo, iriam dar descrédito ao artigo, pois esta ferramenta, em função de tantos fatos negativos que a mídia lhe atribui, caiu no descrédito de muitos. Mas fique tranquilo, não falaremos do Orkut, pois ele é apenas um exemplo do que chamamos de redes sócias colaborativas. Com certeza, dentre estas ferramentas de maior popularidade e reconhecimento, vamos falar sobre o FaceBook .
Explicando
Uma rede social colaborativa é um espaço onde as pessoas podem contribuir com seus conhecimentos, formar novos amigos, encontrar aliados para seus ideais, adquirir conhecimentos e muitas outras realidades que seria difícil realizar, principalmente, por falta de tempo e distância geográfica entre os seus contatos.
As ferramentas sociais colaborativas ganharam espaço mundial justamente por essa razão, pois o foco não está na tecnologia, mas na possibilidade que ela dá às pessoas de se comunicarem. Esse ponto é a base para que nós, como Igreja – religiosos e leigos – possamos entender que a evangelização, a divulgação dos nossos projetos e ações pastorais aconteçam de forma eficaz. Este é o primeiro ponto, pois quando assumirmos esta verdade entre as nossas comunidades e pastorais, cresceremos muito no aspecto da divulgação de todo projeto, pois, nesse meio, não precisamos gastar um centavo, basta apenas o desejo de querer e a divulgação acontecerá. Com isso, em poucos cliques, o seu trabalho que antes era apresentado apenas na comunidade local, ganhará o mundo. Isso possibilitará a colaboração de duas vias, pois, de um lado você apresenta um projeto, uma ação pastoral ou uma campanha; e, de outro, encontra pessoas que precisam desse conteúdo e ainda podem contribuir para que seu projeto chegue a cantos que jamais por você alcançaria.
Lembre-se
Na época de Jesus, não havia nenhum meio tecnológico e apenas com 12 discípulos, Ele mudou o mundo. Já imaginou esses 12, cada um com um computador na internet, quanto conteúdo estaria disponível, comunicando todas as ações e feitos do Mestre Jesus?
Acredito que em uma linguagem simples e voltada para a Igreja, você conseguiu entender um pouco o que é uma rede social.
6 passos para criar sua conta no FaceBook
1º. Acesse o site: http://www.facebook.com;
2º. Faça o cadastro, crie sua conta no FaceBook. Será enviada uma mensagem no seu e-mail pedindo a confirmação para ativar a sua conta;
3º. Acesse a sua conta, personalize-a colocados fotos, descrição do seu trabalho pastoral, cidade, etc. Enfim, todos os dados que você achar necessário para que outros usuários possam saber qual é o seu objetivo dentro da rede do Facebook;
4º. Adicione contatos: expanda sua rede de amigos dentro do Facebook, pesquise, faça novas amizades e adicione também aqueles amigos da lista de e-mails;
5º. Por fim, comece a realizar os seus projetos, escreva seus artigos, comunique os eventos, reuniões, disponibilize vídeos, fotos, links, etc;
6º. Crie grupos para reunir pessoas com ideias comuns.
Fonte: PAULO MORAES
Site da Paroquia Bom Pastor de Alphaville: http://www.bompastor.dj.org.br/novo/
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
O Ministro Extraordinário da Comunhão
Inicialmente, convém esclarecer o nome correto deste ministério, que por vezes se faz confusão. A denominação do ministro que auxilia o sacerdote na distribuição da Comunhão é “Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão Eucarística (MESCE)”.
É importante ressaltar que “Ministro da Eucaristia” somente se refere ao sacerdote (padres e bispos), pois só o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia, atuando “in persona Christi”.
O MESCE é “extraordinário”, pois estamos falando de ministros leigos não ordenados. A função do MESCE é devidamente reconhecida pela Igreja (por exemplo, vide a Instrução sobre a Colaboração dos Fiéis Leigos no Sagrado Ministério dos Sacerdotes, de 13 de Agosto de 1997, elaborado pela Congregação para o Clero e várias outras Congregações).
Trata-se de um serviço litúrgico, que visa ajudar o sacerdote e o diácono na distribuição da Comunhão aos fiéis, durante a celebração da santa Missa. O MESCE administra também a Comunhão na Celebração da Palavra, bem como exerce um intenso apostolado com os doentes, quer nos hospitais, quer em suas residências, levando a Comunhão aos enfermos, idosos e impedidos, para que estes se fortaleçam com o Pão da Vida, além de fazer a purificação dos vasos sagrados após a Comunhão. Em situações excepcionais o MESCE poderá também presidir a Celebração da Palavra, quando o Pároco e o Diácono estiverem ausentes.
Além disso, naquelas Missas onde não há participação dos coroinhas, o MESCE faz a função do Acólito, auxiliando em levar a cruz processional, apresenta o missal ao padre para as Orações da Coleta e Pós-Comunhão, ajuda na preparação da mesa do altar, etc... Outra faculdade do MESCE é a de fazer a Celebração de Exéquias (celebração pelos mortos) na falta de um padre ou diácono.
O candidato é escolhido e convidado pelo Pároco, e passa por um breve curso de formação. A Instrução acima mencionada estabelece que “o fiel candidato para esse encargo seja devidamente instruído sobre a doutrina eucarística, sobre a índole do seu serviço, sobre as rubricas que deve observar para a devida reverência a tão augusto Sacramento e sobre a disciplina que regulamenta a admissão à comunhão”.
O MESCE é devidamente investido pelo Bispo Diocesano, que poderá delegar a função ao Pároco, através de um Rito de Investidura feito durante a celebração da Eucaristia, e apresentado a toda comunidade.
Atualmente a Paróquia Bom Pastor conta com uma equipe de 25 ministros que estão a serviço da comunidade, a fim de fazer possível a comum união de todos os fiéis com Cristo, no Sacramento do Corpo e Sangue do Senhor.
John Hoe, catequista e ministro - Materia Jornal o Caminho de nossa Paroquia
site: http://www.bompastor.dj.org.br/novo/
É importante ressaltar que “Ministro da Eucaristia” somente se refere ao sacerdote (padres e bispos), pois só o sacerdote validamente ordenado é o ministro capaz de gerar o sacramento da Eucaristia, atuando “in persona Christi”.
O MESCE é “extraordinário”, pois estamos falando de ministros leigos não ordenados. A função do MESCE é devidamente reconhecida pela Igreja (por exemplo, vide a Instrução sobre a Colaboração dos Fiéis Leigos no Sagrado Ministério dos Sacerdotes, de 13 de Agosto de 1997, elaborado pela Congregação para o Clero e várias outras Congregações).
Trata-se de um serviço litúrgico, que visa ajudar o sacerdote e o diácono na distribuição da Comunhão aos fiéis, durante a celebração da santa Missa. O MESCE administra também a Comunhão na Celebração da Palavra, bem como exerce um intenso apostolado com os doentes, quer nos hospitais, quer em suas residências, levando a Comunhão aos enfermos, idosos e impedidos, para que estes se fortaleçam com o Pão da Vida, além de fazer a purificação dos vasos sagrados após a Comunhão. Em situações excepcionais o MESCE poderá também presidir a Celebração da Palavra, quando o Pároco e o Diácono estiverem ausentes.
Além disso, naquelas Missas onde não há participação dos coroinhas, o MESCE faz a função do Acólito, auxiliando em levar a cruz processional, apresenta o missal ao padre para as Orações da Coleta e Pós-Comunhão, ajuda na preparação da mesa do altar, etc... Outra faculdade do MESCE é a de fazer a Celebração de Exéquias (celebração pelos mortos) na falta de um padre ou diácono.
O candidato é escolhido e convidado pelo Pároco, e passa por um breve curso de formação. A Instrução acima mencionada estabelece que “o fiel candidato para esse encargo seja devidamente instruído sobre a doutrina eucarística, sobre a índole do seu serviço, sobre as rubricas que deve observar para a devida reverência a tão augusto Sacramento e sobre a disciplina que regulamenta a admissão à comunhão”.
O MESCE é devidamente investido pelo Bispo Diocesano, que poderá delegar a função ao Pároco, através de um Rito de Investidura feito durante a celebração da Eucaristia, e apresentado a toda comunidade.
Atualmente a Paróquia Bom Pastor conta com uma equipe de 25 ministros que estão a serviço da comunidade, a fim de fazer possível a comum união de todos os fiéis com Cristo, no Sacramento do Corpo e Sangue do Senhor.
John Hoe, catequista e ministro - Materia Jornal o Caminho de nossa Paroquia
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sábado, 1 de outubro de 2011
TRABALHADORES NA VINHA DO SENHOR
Utilizando uma imagem simbólica, Jesus conta uma parábola para mostrar o compromisso de cada cristão para com a vinha – e a responsabilidade que todos têm de produzir os frutos do reino. Não é à toa que Deus nos escolheu para fazer parte do seu reino. Somos convidados a trabalhar em sua vinha, colaborando para que ela produza frutos. Todos somos responsáveis por ela.
Hoje a vinha pode ser imagem da Igreja, o novo povo de Deus. Aqui entram alguns questionamentos: que frutos a Igreja está produzindo no meio da sociedade atual? É vinha viçosa e fértil ou vinha acomodada no saudosismo e sem proposta de transformação, de melhoria de vida para o povo? Será que as comunidades cristãs estão produzindo justiça, paz, felicidade para todas as pessoas?
A Igreja, o novo povo de Deus, tem como missão “produzir frutos” e como fundamento o próprio Cristo, pedra fundamental rejeitada por muitos também na sociedade contemporânea.
Não basta, porém, pertencer à Igreja, amá-la e sentir sua necessidade. Demonstramos nossa fidelidade produzindo frutos não para nós mesmos, mas para os outros. Nosso prazer de pertencer à vinha deve levar-nos a produzir os frutos do reino: justiça, liberdade, paz, amor, fraternidade. Numa palavra, assumir o compromisso com o direito e a justiça: expressão de fidelidade à aliança entre Deus e seu povo.
Quando não vivemos o direito e a justiça, com facilidade podemos nos tornar “vinhateiros homicidas”, que despojam o pobre e violam seus direitos fundamentais.
A história dos vinhateiros vem nos advertir de que não somos donos da vinha, mas apenas responsáveis por ela. Devemos ter cuidado para evitar o desejo de nos apossar da religião e interpretá-la à nossa maneira. Não somos senhores da fé do povo, não somos donos da salvação e da verdade. A salvação e a verdade também podem ser encontradas além dos muros dos templos e das propriedades da Igreja.
Pe. Nilo Luza, ssp
Visite o site de nossa Paróquia.
http://www.bompastor.dj.org.br/novo/
Hoje a vinha pode ser imagem da Igreja, o novo povo de Deus. Aqui entram alguns questionamentos: que frutos a Igreja está produzindo no meio da sociedade atual? É vinha viçosa e fértil ou vinha acomodada no saudosismo e sem proposta de transformação, de melhoria de vida para o povo? Será que as comunidades cristãs estão produzindo justiça, paz, felicidade para todas as pessoas?
A Igreja, o novo povo de Deus, tem como missão “produzir frutos” e como fundamento o próprio Cristo, pedra fundamental rejeitada por muitos também na sociedade contemporânea.
Não basta, porém, pertencer à Igreja, amá-la e sentir sua necessidade. Demonstramos nossa fidelidade produzindo frutos não para nós mesmos, mas para os outros. Nosso prazer de pertencer à vinha deve levar-nos a produzir os frutos do reino: justiça, liberdade, paz, amor, fraternidade. Numa palavra, assumir o compromisso com o direito e a justiça: expressão de fidelidade à aliança entre Deus e seu povo.
Quando não vivemos o direito e a justiça, com facilidade podemos nos tornar “vinhateiros homicidas”, que despojam o pobre e violam seus direitos fundamentais.
A história dos vinhateiros vem nos advertir de que não somos donos da vinha, mas apenas responsáveis por ela. Devemos ter cuidado para evitar o desejo de nos apossar da religião e interpretá-la à nossa maneira. Não somos senhores da fé do povo, não somos donos da salvação e da verdade. A salvação e a verdade também podem ser encontradas além dos muros dos templos e das propriedades da Igreja.
Pe. Nilo Luza, ssp
Visite o site de nossa Paróquia.
http://www.bompastor.dj.org.br/novo/
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Hoje se inicia a Novena à Santa Teresinha! “ Minha vocação é o amor”
Padroeira das Missões
No dia 14 de dezembro de 1927, o Papa Pio XI proclamou "Santa Teresa do Menino Jesus padroeira principal de todos os missionários, homens e mulheres, e de todas as missões existentes em toda a terra, com São Francisco Xavier e com todos os direitos e privilégios que convêm a este título".
Terezinha nada realizou que merecesse aplausos do mundo. Deus a convidou a realizar miudezas, coisas insignificantes. Deu-lhe a missão de nos lembrar o valor dos "pequenos nadas".
Chamou-a para que ela nos revelasse a estrada do abandono em Suas mãos. E Terezinha não decepcionou o seu Bem-Amado. Ela nos mostra o quanto é salutar aceitarmos nossos próprios limites e assumir a nossa pequenez, sem nos envergonharmos de nossa humanidade. Nada há de extraordinário na vida dessa monja. O que há de especial em Teresinha é a simplicidade com que amou a Deus.
Nunca pôde deixar o seu Carmelo para ir evangelizar em terras distantes, embora tenha acalentado o sonho de ir para o Oriente e ali viver sua vocação ao amor. Seu desejo de ser missionária era tão intenso que chega a confessar que não desejava sê-lo somente durante alguns anos, mas desde a criação até a consumação dos séculos. Além do mais afirma que uma só missão não lhe bastaria. Manteve correspondência com dois missionários, a quem extravasava seus ideais de partir em missão.
O ardor missionário de Teresinha se manifesta no seu zelo em salvar almas, isto é, conduzir as pessoas a Deus, fazendo-as cientes do quão são amadas pelo Senhor Misericordioso. Sua missão é fazer Deus amado, adorado, por seu amor, por sua bondade. No Carmelo compreendeu que sua missão era "fazer amado o Rei do céu, submeter-lhe o reino dos corações..."
Terezinha amplia o conceito de missão, levando-nos a compreender que, pela oração, também podemos nos tornar missionários.
A oração é o sustento da ação missionária. A eficácia da evangelização depende da união com Deus. O trabalho de um apóstolo será mais eficaz se ele for um contemplativo. Um contemplativo será tanto mais autêntico quanto mais apostólica for sua intenção.
Neste sentido, Teresinha foi uma apóstola, uma autêntica missionária pois ajudou, pela oração e por sacrifícios, os missionários, participando de seus trabalhos através de seu coração solidário, sedento de conduzir as pessoas ao conhecimento do amor misericordioso de Deus.
Para a Padroeira das Missões, a oração é uma arma invencível que Jesus lhe deu para tocar as pessoas. Muito mais que as palavras, a oração sensibiliza, testemunha, conforta e transmite esperança. Nossa vida de oração poderá estimular a santificação das pessoas através da atenção aos sinais da presença de Deus nos acontecimentos. A Santa de Lisieux nos ensina por sua vida que a contemplação é o alicerce da missão. É necessário cultivar uma espiritualidade substanciosa, radicada no Evangelho, marcada pela necessidade de estarmos na presença de Deus numa atitude de adoração e escuta. Missão que não é sedimentada na oração não oferece resultados.
Santa Terezinha, padroeira das missões, intercede junto a Jesus por todos os missionários e missionárias, por aqueles que deixam suas famílias para anunciar o Evangelho em terras distantes. Para que possamos entender que todo cristão é chamado a ser missionário em sua própria família, em sua escola, em seu trabalho. Anunciar, evangelizar, espalhando a boa notícia de Jesus é tarefa de todos!
Novena das Rosas - Novena Milagrosa de Santa Terezinha do Menino Jesus
Se você está correndo algum tipo de perigo, vivendo momento de aflição ou angústia, faça a Novena Milagrosa de Santa Terezinha das Rosas. Diz a tradição que, após a Novena, a pessoa receberá de alguém, de uma maneira bem inesperada, uma rosa, sinal de que seu pedido será atendido pela querida e poderosa Santa Terezinha das Rosas.
Reza-se diariamente durante a novena
Santíssima Trindade, Pai, Filho e espírito Santo, eu Vos agradeço todos os favores e todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra.
E pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente Vos peço (... faça aqui o pedido ...) se for conforme a vossa santíssima vontade e para a salvação de minha alma.
Rezam-se em seguida
24 vezes "Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre, por todos os séculos dos séculos. Amém!"
Pode-se acrescentar a cada "Glória ao Pai", a jaculatória
"Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!"
E para finalizar
1 Pai-Nosso
1 Ave Maria
Fonte: http://www.santuariosantaterezinha.com.br/
No dia 14 de dezembro de 1927, o Papa Pio XI proclamou "Santa Teresa do Menino Jesus padroeira principal de todos os missionários, homens e mulheres, e de todas as missões existentes em toda a terra, com São Francisco Xavier e com todos os direitos e privilégios que convêm a este título".
Terezinha nada realizou que merecesse aplausos do mundo. Deus a convidou a realizar miudezas, coisas insignificantes. Deu-lhe a missão de nos lembrar o valor dos "pequenos nadas".Chamou-a para que ela nos revelasse a estrada do abandono em Suas mãos. E Terezinha não decepcionou o seu Bem-Amado. Ela nos mostra o quanto é salutar aceitarmos nossos próprios limites e assumir a nossa pequenez, sem nos envergonharmos de nossa humanidade. Nada há de extraordinário na vida dessa monja. O que há de especial em Teresinha é a simplicidade com que amou a Deus.
Nunca pôde deixar o seu Carmelo para ir evangelizar em terras distantes, embora tenha acalentado o sonho de ir para o Oriente e ali viver sua vocação ao amor. Seu desejo de ser missionária era tão intenso que chega a confessar que não desejava sê-lo somente durante alguns anos, mas desde a criação até a consumação dos séculos. Além do mais afirma que uma só missão não lhe bastaria. Manteve correspondência com dois missionários, a quem extravasava seus ideais de partir em missão.
O ardor missionário de Teresinha se manifesta no seu zelo em salvar almas, isto é, conduzir as pessoas a Deus, fazendo-as cientes do quão são amadas pelo Senhor Misericordioso. Sua missão é fazer Deus amado, adorado, por seu amor, por sua bondade. No Carmelo compreendeu que sua missão era "fazer amado o Rei do céu, submeter-lhe o reino dos corações..."
Terezinha amplia o conceito de missão, levando-nos a compreender que, pela oração, também podemos nos tornar missionários.
A oração é o sustento da ação missionária. A eficácia da evangelização depende da união com Deus. O trabalho de um apóstolo será mais eficaz se ele for um contemplativo. Um contemplativo será tanto mais autêntico quanto mais apostólica for sua intenção.
Neste sentido, Teresinha foi uma apóstola, uma autêntica missionária pois ajudou, pela oração e por sacrifícios, os missionários, participando de seus trabalhos através de seu coração solidário, sedento de conduzir as pessoas ao conhecimento do amor misericordioso de Deus.
Para a Padroeira das Missões, a oração é uma arma invencível que Jesus lhe deu para tocar as pessoas. Muito mais que as palavras, a oração sensibiliza, testemunha, conforta e transmite esperança. Nossa vida de oração poderá estimular a santificação das pessoas através da atenção aos sinais da presença de Deus nos acontecimentos. A Santa de Lisieux nos ensina por sua vida que a contemplação é o alicerce da missão. É necessário cultivar uma espiritualidade substanciosa, radicada no Evangelho, marcada pela necessidade de estarmos na presença de Deus numa atitude de adoração e escuta. Missão que não é sedimentada na oração não oferece resultados.
Santa Terezinha, padroeira das missões, intercede junto a Jesus por todos os missionários e missionárias, por aqueles que deixam suas famílias para anunciar o Evangelho em terras distantes. Para que possamos entender que todo cristão é chamado a ser missionário em sua própria família, em sua escola, em seu trabalho. Anunciar, evangelizar, espalhando a boa notícia de Jesus é tarefa de todos!
Novena das Rosas - Novena Milagrosa de Santa Terezinha do Menino Jesus
Se você está correndo algum tipo de perigo, vivendo momento de aflição ou angústia, faça a Novena Milagrosa de Santa Terezinha das Rosas. Diz a tradição que, após a Novena, a pessoa receberá de alguém, de uma maneira bem inesperada, uma rosa, sinal de que seu pedido será atendido pela querida e poderosa Santa Terezinha das Rosas.
Reza-se diariamente durante a novena
Santíssima Trindade, Pai, Filho e espírito Santo, eu Vos agradeço todos os favores e todas as graças com que enriquecestes a alma de vossa serva Santa Teresinha do Menino Jesus, durante os 24 anos que passou na terra.
E pelos méritos de tão querida Santinha, concedei-me a graça que ardentemente Vos peço (... faça aqui o pedido ...) se for conforme a vossa santíssima vontade e para a salvação de minha alma.
Rezam-se em seguida
24 vezes "Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, assim como era no princípio, agora e sempre, por todos os séculos dos séculos. Amém!"
Pode-se acrescentar a cada "Glória ao Pai", a jaculatória
"Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!"
E para finalizar
1 Pai-Nosso
1 Ave Maria
Fonte: http://www.santuariosantaterezinha.com.br/
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
OLHAR MISSIONÁRIO: Crise na Somália - 400 mil crianças em risco
(Fonte: CNBB)
CRISE NA ÁFRICA PODE MATAR 400 MIL CRIANÇAS SOMALIS
A crise de fome, seca, conflitos e alta dos preços dos alimentos continuam a castigar o Chifre da África (região Nordeste do continente que compreende países como Somália, Uganda, Etiópia, Quênia, Djibuti eEritréia). A crise na Somália, por exemplo, já matou 30 mil crianças de fome e já é considerada a pior dos últimos 60 anos.
Aproximadamente 400 mil crianças somalis podem vir a morrer de fome em breve se nenhuma medida urgente for tomada. As informações são da agência de notícias Associated Press. A advertência foi feita após a visita do secretário de Desenvolvimento Internacional da Grã-Bretanha, Andrew Mitchell, à capital da Somália, Mogadíscio.
O ministro se reuniu com líderes do governo local e com representantes de grupos humanitários internacionais. Esta foi a primeira vez que um ministro britânico visitou a cidade nos últimos 18 anos. No país vizinho, Quênia, Mitchell disse que a Grã-Bretanha doará ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) o equivalente a mais de 41 milhões de dólares em ajuda adicional.
A falta de ajuda alimentar deixa 3,6 milhões de pessoas sob o risco da fome no sul da Somália. No total, mais de 12 milhões de pessoas estão sentindo os efeitos da estiagem, a pior em décadas. Os dados são da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) e da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).
A CNBB e Cáritas Brasileira (organismo vinculado à CNBB) estão organizando uma campanha humanitária em favor dos países africanos.
Num esforço para contribuir com ajuda humanitária local, os recursos obtidos com as coletas de todas as missas da Paróquia Bom Pastor de Alphaville , do próximo final de semana, dias 24 e 25 de setembro, serão em prol das vítimas da Somália.
Venham todos participem e façam suas doações ,contamos com a presença de vocês e de seus amigos.
domingo, 18 de setembro de 2011
SUPERAR A JUSTIÇA HUMANA
A parábola dos trabalhadores ou do patrão generoso nos deixa intrigados, porque mostra que os pensamentos de Deus são diferentes dos nossos e a lógica do reino contrasta com a nossa. Jesus com frequência nos desconcerta com suas parábolas e ensinamentos.
A bondade do patrão supera a justiça humana. Nós costumamos ser calculistas: trabalhou tanto, merece tanto. Jesus, ao contrário, pensa na necessidade de cada um. A parábola diz que o patrão pagou uma diária a cada trabalhador, o necessário para viver o dia – direito que todos têm, independentemente deste ou daquele emprego. Se alguns empregados da parábola não trabalharam mais, o motivo disso é não terem sido contratados antes, estarem aguardando alguém que os contratasse.
A lógica do reino questiona a lógica humana. Não raro a palavra de Deus provoca uma inversão de valores. Deus é imprevisível em suas opções: escolhe o último, o pecador, o fraco. Para ele, não existem categorias: os que chegaram primeiro, os que fizeram mais. Tudo é generosidade e misericórdia do patrão justo, que supera os critérios humanos. Deus não é injusto por ser generoso.
A salvação é dom de Deus, não mérito nosso. O ingresso no reino de Deus não depende tanto de nossa fidelidade às práticas religiosas, da frequência desde crianças a uma comunidade. Muitos pensam que têm mais mérito diante de Deus porque são fervorosos em práticas devocionais. Se falta amor e justiça na vida cotidiana, pouco vale a vivência devocional. Queremos superar a “religião dos méritos”.
O discípulo de Jesus, com a celebração eucarística, vai se familiarizando com a lógica de Deus, baseada na generosidade, vai se comprometendo com ela. Não importa se é trabalhador da primeira ou da última hora, todos são admitidos à mesma mesa e recebem a mesma palavra e o mesmo pão. O Pai, justo e bom, não nos trata de forma mesquinha, conforme nossa eficiência, mas na proporção da ternura do seu coração.
Pe. Nilo Luza, ssp
A bondade do patrão supera a justiça humana. Nós costumamos ser calculistas: trabalhou tanto, merece tanto. Jesus, ao contrário, pensa na necessidade de cada um. A parábola diz que o patrão pagou uma diária a cada trabalhador, o necessário para viver o dia – direito que todos têm, independentemente deste ou daquele emprego. Se alguns empregados da parábola não trabalharam mais, o motivo disso é não terem sido contratados antes, estarem aguardando alguém que os contratasse.
A lógica do reino questiona a lógica humana. Não raro a palavra de Deus provoca uma inversão de valores. Deus é imprevisível em suas opções: escolhe o último, o pecador, o fraco. Para ele, não existem categorias: os que chegaram primeiro, os que fizeram mais. Tudo é generosidade e misericórdia do patrão justo, que supera os critérios humanos. Deus não é injusto por ser generoso.
A salvação é dom de Deus, não mérito nosso. O ingresso no reino de Deus não depende tanto de nossa fidelidade às práticas religiosas, da frequência desde crianças a uma comunidade. Muitos pensam que têm mais mérito diante de Deus porque são fervorosos em práticas devocionais. Se falta amor e justiça na vida cotidiana, pouco vale a vivência devocional. Queremos superar a “religião dos méritos”.
O discípulo de Jesus, com a celebração eucarística, vai se familiarizando com a lógica de Deus, baseada na generosidade, vai se comprometendo com ela. Não importa se é trabalhador da primeira ou da última hora, todos são admitidos à mesma mesa e recebem a mesma palavra e o mesmo pão. O Pai, justo e bom, não nos trata de forma mesquinha, conforme nossa eficiência, mas na proporção da ternura do seu coração.
Pe. Nilo Luza, ssp
domingo, 11 de setembro de 2011
ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS
A vida terrena de Jesus e seu ensinamento foram marcados pelo perdão generoso, incondicional e sem limites.
Se somos nós a errar e ofender alguém, ele deixou claro como é fundamental reconhecer a própria culpa e pedir perdão. Mas o que sempre pedimos a Deus na oração do pai-nosso nos leva a pensar sobre como agimos quando são os outros a nos ofender. “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.
Jesus diz que não basta perdoar sete vezes. Sete é um número simbólico, que faz pensar num perdão generoso e perfeito, porém limitado. O Mestre ensina um perdão sem limites, um perdão de perder a conta ou, melhor dizendo, um perdão de quem não fica calculando.
Deus certamente não nos perdoa com a medida que nós, em nossa debilidade, usamos para perdoar, pois seu perdão será sempre infinitamente superior ao nosso. A “enorme fortuna” da história são 10 mil talentos, muitas toneladas de ouro, a quantia que o general romano Pompeu tirou da Judeia em 60 a.C. Valor bastante desproporcional, considerando os cem denários, menos de 30 gramas de ouro, que o escravo não consegue perdoar ao companheiro. Somos perdoados por tantas coisas e podemos não conseguir perdoar por tão pouco.
Mas, se não somos nós a limitar o perdão de Deus, a questão é: será possível sentir de fato o perdão incondicional de Deus para conosco, se não conseguimos perdoar quem nos ofende? Como é possível experimentar um Deus infinitamente bom e misericordioso e, ao mesmo tempo, condenar aqueles que também são objeto do perdão divino?
Jesus quer seguidores conscientes, que pratiquem o perdão sem limites. Pois, se nas quedas houver perdão, haverá também força para levantar-se. E as relações serão gratuitas.
E se Deus continua amando seus filhos incondicionalmente, quão diferente seria o mundo se nós, cristãos, experimentássemos de fato seu perdão. “Perdoai-nos, Senhor, como nós perdoamos” continua sendo um desafio.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp
Se somos nós a errar e ofender alguém, ele deixou claro como é fundamental reconhecer a própria culpa e pedir perdão. Mas o que sempre pedimos a Deus na oração do pai-nosso nos leva a pensar sobre como agimos quando são os outros a nos ofender. “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.
Jesus diz que não basta perdoar sete vezes. Sete é um número simbólico, que faz pensar num perdão generoso e perfeito, porém limitado. O Mestre ensina um perdão sem limites, um perdão de perder a conta ou, melhor dizendo, um perdão de quem não fica calculando.
Deus certamente não nos perdoa com a medida que nós, em nossa debilidade, usamos para perdoar, pois seu perdão será sempre infinitamente superior ao nosso. A “enorme fortuna” da história são 10 mil talentos, muitas toneladas de ouro, a quantia que o general romano Pompeu tirou da Judeia em 60 a.C. Valor bastante desproporcional, considerando os cem denários, menos de 30 gramas de ouro, que o escravo não consegue perdoar ao companheiro. Somos perdoados por tantas coisas e podemos não conseguir perdoar por tão pouco.
Mas, se não somos nós a limitar o perdão de Deus, a questão é: será possível sentir de fato o perdão incondicional de Deus para conosco, se não conseguimos perdoar quem nos ofende? Como é possível experimentar um Deus infinitamente bom e misericordioso e, ao mesmo tempo, condenar aqueles que também são objeto do perdão divino?
Jesus quer seguidores conscientes, que pratiquem o perdão sem limites. Pois, se nas quedas houver perdão, haverá também força para levantar-se. E as relações serão gratuitas.
E se Deus continua amando seus filhos incondicionalmente, quão diferente seria o mundo se nós, cristãos, experimentássemos de fato seu perdão. “Perdoai-nos, Senhor, como nós perdoamos” continua sendo um desafio.
Pe. Paulo Bazaglia, ssp
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